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Publicado há cerca de 3 horas · Esportes
O Brasil conquistou duas medalhas na etapa de Tashkent, no Uzbequistão, da Copa do Mundo de ginástica rítmica, neste domingo (12). O conjunto feminina ficou com a prata na final da série mista, enquanto Geovanna Santos (Jojô) levou o bronze na fita, em sua primeira conquista em etapas do circuito.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
A apresentação do conjunto brasileiro, ao som de 'Abracadabra', de Lady Gaga, rendeu 28,100 pontos, garantindo o segundo lugar atrás da China, que ficou com o ouro e 28,950 pontos. As atletas Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi executaram uma rotina com três arcos e dois pares de maças, impressionando os jurados.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
Esse resultado reforça o status do time brasileiro como atual vice-campeão mundial, consolidando sua posição entre as potências da modalidade. A prata em Tashkent é mais um passo importante na preparação para competições maiores ao longo do ano.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Na final individual da fita, Geovanna Santos, conhecida como Jojô, marcou 27,600 pontos e subiu ao pódio na terceira posição. O ouro ficou com a alemã Darja Varfolomeev, com 29,650 pontos, e a prata com a americana Rin Keys (ou Chaves), somando 27,800 pontos. Essa é a primeira medalha de Jojô em etapas da Copa do Mundo, um marco em sua carreira.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
As finais ocorreram no Guzal Iskandarova Sports Palace, em Tashkent, com transmissão ao vivo para o público brasileiro. O desempenho das ginastas foi destacado pela sincronia e pela criatividade nas coreografias, elementos fundamentais na ginástica rítmica.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
O conjunto brasileiro tem se destacado internacionalmente nos últimos anos, com resultados consistentes em Copas do Mundo e Mundiais. A escolha de 'Abracadabra' para a série mista trouxe um toque pop à apresentação, combinando elementos técnicos com expressão artística.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render>
Geovanna Santos, por sua vez, mostrou evolução na fita, aparelho que exige precisão e fluidez. Sua nota de 27,600 pontos reflete o treinamento intenso e a superação de desafios técnicos comuns na modalidade.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
A conquista soma duas medalhas para o Brasil na etapa uzbeque, prata no conjunto e bronze individual, elevando o país no ranking da Copa do Mundo. Especialistas elogiam a consistência do grupo, que agora mira próximas etapas do circuito.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
Duda Arakaki e suas companheiras de conjunto demonstraram maestria nos lançamentos e trocas de aparelhos, pontuando alto em execução e dificuldade. A proximidade com a China, líder mundial, indica competitividade acirrada.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render>
Para Jojô, o bronze representa não só uma conquista pessoal, mas também um incentivo para a nova geração de ginastas rítmicas brasileiras. Aos 20 e poucos anos, ela já é referência no individual.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) celebrou os resultados nas redes sociais, destacando o papel das atletas na popularização da modalidade no país. Tashkent foi a terceira etapa da Copa do Mundo em 2026, com mais paradas previstas.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Essas medalhas chegam em momento estratégico, com o Brasil se preparando para ciclos olímpicos futuros. O conjunto, vice-campeão mundial em 2025, mantém a base forte para novas conquistas.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi completam o time que emocionou o público uzbeque e os torcedores brasileiros. A prata reforça o Brasil como potência emergente na rítmica coletiva.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render>
Geovanna Santos dedicou sua medalha à equipe de treinadores e à família, em entrevista pós-prova. Seu bronze na fita abre portas para finais em próximas Copas do Mundo.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
Com essas conquistas, o Brasil encerra a etapa de Tashkent com moral elevado, somando pontos valiosos no ranking mundial de ginástica rítmica. As ginastas voltam ao Brasil para intensificar os treinos.
