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Publicado há cerca de 3 horas · Esportes
Brasília, DF - O japonês Hayato Katsuki, de 35 anos, fez história neste sábado (12) ao vencer a primeira maratona de marcha atlética (42,195 km) disputada em competição oficial, durante o Mundial por Equipes de Marcha Atlética Brasília 2026. A prova, realizada na Esplanada dos Ministérios, marcou a estreia da distância na reformulação do evento, com Katsuki cruzando a linha de chegada em 3h04min58s.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Katsuki dominou a corrida desde o início, inaugurando a modalidade com uma performance impressionante sob o sol forte da capital federal. O percurso, montado ao redor dos principais monumentos da Esplanada, desafiou os competidores com retas longas e exigiu técnica impecável para evitar desqualificações por irregularidades na marcha.
No pódio masculino, o equatoriano David Hurtado ficou com a prata, completando o trajeto em 3h05min57s, apenas 59 segundos atrás do vencedor. O bronze ficou com o compatriota de Katsuki, Kazuya Iwai, que finalizou em 3h06min03s, garantindo assim o domínio japonês na prova individual e por equipes.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
Pelo regulamento por equipes, o Japão somou 13 pontos e conquistou o título coletivo na maratona masculina, superando Itália e Espanha. Essa vitória reforça a tradição nipônica na marcha atlética, modalidade em que o país tem investido pesado nos últimos anos.
Hayato Katsuki não é novato no cenário internacional. Em 2018, ele foi campeão asiático nos 50 km de marcha, e em 2025 conquistou o bronze nos 35 km no Mundial, com o tempo de 2h55min28s. Sua experiência nessas distâncias mais curtas foi fundamental para adaptar-se à maratona, que exige maior resistência aeróbica e controle de ritmo prolongado.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
O Mundial por Equipes de Marcha Atlética Brasília 2026 reúne 333 atletas de 40 países, todos competindo no dia 12 de abril. A inclusão da maratona representa uma reformulação promovida pela World Athletics, visando modernizar a modalidade e atrair mais público com distâncias mais familiares ao grande público.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Segundo o Correio Braziliense, a vitória de Katsuki 'inaugura a maratona da marcha atlética com vitória no DF', destacando o pioneirismo do evento. A AnaCao corroborou os tempos exatos do pódio, enquanto o 180graus enfatizou o feito do japonês no contexto brasileiro da competição.
A prova masculina começou às primeiras horas da manhã, com os atletas partindo em ritmo controlado para enfrentar os 42,195 km. Katsuki manteve a liderança por grande parte do percurso, abrindo vantagem progressiva sobre os perseguidores equatoriano e japonês.
Técnica é o nome do jogo na marcha atlética: juízes monitoram rigorosamente se um pé permanece em contato com o solo até o outro tocar, sob pena de desqualificação. Katsuki evitou qualquer irregularidade, demonstrando maestria acumulada em anos de carreira.
O evento na Esplanada dos Ministérios alterou o trânsito na área, mas atraiu espectadores que vibraram com a passagem dos atletas. A organização do CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) elogiou a participação recorde de nações, consolidando Brasília como sede de eventos internacionais.
Para o Japão, o título por equipes soma pontos cruciais no ranking mundial da modalidade. Com 13 pontos, a delegação nipônica deixou Itália e Espanha para trás, em uma disputa acirrada decidida nos detalhes dos tempos individuais.
Katsuki, em entrevistas pós-prova citadas pela imprensa brasileira, dedicou a vitória à sua equipe e ao novo formato da maratona. 'É um marco para a marcha atlética global', teria dito o atleta, segundo o Correio Braziliense.
A estreia da distância de 42,195 km surge como resposta às críticas de que a marcha tradicional (20 km, 35 km e 50 km) era excessivamente longa e técnica para o público casual. Agora, a modalidade ganha apelo olímpico ampliado.
Enquanto a cobertura brasileira é ampla, sites internacionais como o da World Athletics ainda não confirmaram detalhes, possivelmente devido a diferenças de fuso horário. Veículos locais, porém, coincidem nos resultados principais.
O Mundial prossegue com outras provas, mas a maratona masculina já entra para os anais como um sucesso. Hayato Katsuki, com sua vitória, não só inaugura a distância, mas inspira uma nova geração de marchadores.
Brasília se consolida como palco de marchas atlética de elite, repetindo o sucesso de edições anteriores. O feito de Katsuki eleva o nível técnico e abre portas para inclusões futuras em calendários globais.
Com tempos corroborados por múltiplas fontes, a prova reforça a credibilidade do evento. O Brasil, como anfitrião, celebra o espetáculo esportivo na Esplanada, coração político do país.
