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Publicado há cerca de 1 mês · Esportes
O Figueirense viveu uma noite para esquecer no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, ao ser dominado pelo Maringá e perder por 3 a 1, na noite de segunda-feira (13), pela segunda rodada da Série C do Campeonato Brasileiro de 2026. A atuação apática do time catarinense frustrou os 5.106 torcedores presentes, que chegaram a gritar 'olé' em ironia durante a partida.
O Maringá, que entrou em campo com 100% de aproveitamento após a vitória na estreia, confirmou sua superioridade e assumiu a vice-liderança do Grupo B da Série C com seis pontos. Os gols paranaenses foram marcados por Felipe, Caique Calito e Raí Natalino, enquanto Lucas Alves descontou para o Furacão do Estreito.
Desde o apito inicial, o Figueirense mostrou fragilidades defensivas e pouca criatividade no ataque. O Maringá abriu o placar com Felipe, que aproveitou falha na saída de bola alvinegra. O domínio visitante se acentuou no segundo tempo, com Caique Calito ampliando a vantagem e Raí Natalino selando a vitória nos minutos finais.
Lucas Alves, em cobrança de pênalti, deu esperanças aos torcedores do Figueirense, mas o time não conseguiu reagir. A torcida, inicialmente esperançosa, passou a vaiar o elenco e o técnico, ecoando o 'olé' em momentos de posse de bola ineficaz do adversário, sinalizando total descontentamento com o desempenho.
Com o resultado, o Figueirense segue sem vitórias na competição, somando apenas um ponto conquistado na estreia, e ocupa posição incômoda na tabela. Já o Maringá, sob comando de seu técnico, mantém o embalo e se posiciona como forte concorrente pelo acesso à Série B.
A partida, válida pela segunda rodada da Série C 2026, foi disputada sob chuva fina em Florianópolis, o que não impediu o bom futebol apresentado pelos paranaenses. O Scarpelli, casa do alvinegro, testemunhou uma das piores atuações do time nos últimos anos, segundo relatos da imprensa local.
Fontes como o ge.globo e o Futebol Interior destacaram o 'atropelo' do Maringá, com o Dogão (apelido do time paranaense) calando o estádio. O ND Mais, em sua cobertura, enfatizou o domínio total do visitante desde o início.
O Figueirense, que voltou à Série C após rebaixamento em 2025, esperava usar o fator casa para somar os primeiros três pontos. No entanto, erros individuais e falta de intensidade coletiva permitiram ao Maringá controlar o ritmo do jogo.
Raí Natalino, autor do terceiro gol, foi um dos destaques do Maringá, explorando a lentidão da defesa alvinegra. Caique Calito, também chamado de Calito em algumas reportagens, consolidou sua importância no esquema tático do time visitante.
A baixa presença de público reflete a desconfiança da torcida após o empate na rodada inicial. Os 5.106 pagantes viram um Figueirense com dificuldades para criar jogadas e vulnerável às transições rápidas do Maringá.
Agora, o Furacão do Estreito precisa reagir rapidamente para não se distanciar do G-4 do Grupo B. O próximo compromisso é fora de casa, contra adversário direto na luta contra o rebaixamento.
O Maringá, por sua vez, recebe elogios da imprensa paranaense, como o Maringá Post, que celebrou a vice-liderança e o 'atropelo' no Scarpelli. A equipe mantém invicta e com saldo positivo de gols.
A derrota expõe problemas crônicos do Figueirense, como fragilidade defensiva e falta de liderança em campo. A diretoria alvinegra monitora a situação, mas mudanças radicais ainda não foram anunciadas.
Enquanto isso, a Série C 2026 ganha contornos emocionantes, com o Maringá como surpresa positiva. O Figueirense, tricampeão brasileiro, busca resgatar sua glória em uma competição cada vez mais disputada.
O 'olé' da torcida ecoa como alerta máximo: o tempo urge para correções. O alvinegro precisa de vitórias para reacender a esperança da nação furacão.
