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Publicado há cerca de 1 mês · Esportes
Torcedores rivais do Palmeiras mobilizam mutirões nas redes sociais para influenciar a votação do novo nome do estádio, que encerra a era Allianz Parque após 12 anos. O acordo de naming rights com o Nubank, firmado pela WTorre, abriu uma enquete pública com três opções: Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank. A votação, de 10 a 30 de abril, permite um voto por CPF e pode resultar em um 'cenário indesejado' para a torcida alviverde, segundo o UOL.
O contrato vale por oito anos, de 2026 a 2034, com pagamento estimado em cerca de US$ 10 milhões anuais, equivalentes a R$ 51 milhões. A WTorre, proprietária da arena, vendeu os direitos nominativos ao Nubank, banco digital que busca fortalecer sua marca no esporte. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio, e o estádio manterá o nome Allianz Parque até lá.
Parciais não oficiais indicam preferência dos palmeirenses pelas opções com 'Parque', em homenagem ao histórico Estádio Parque Antártica, casa do clube por décadas até 2014. No entanto, rivais como corintianos e são-paulinos organizam correntes para votar em 'Nubank Arena', opção sem a palavra 'Parque', visando diluir a referência palmeirense.
Contas como @CentralDoBrega e @ntonio710, ligadas a torcidas rivais, chamam seguidores para mutirões em prol de 'Nubank Arena'. O UOL destaca que esse movimento pode 'ajudar' os rivais geográficos, criando um nome menos associado à história do Palmeiras. A provocação ganhou força após anúncio do acordo, com posts viralizando no X (antigo Twitter).
Nubank e WTorre veem a influência de rivais como inevitável, comparando ao passado com o Allianz Parque. 'É similar à escolha original, quando torcidas rivais também opinaram', afirmam fontes envolvidas. O estádio, inaugurado em 2014, registrou mais de 2 milhões de visitantes no último ano, com 33 jogos e 33 shows, consolidando-se como principal venue de eventos na América Latina.
A votação está aberta no site oficial da WTorre, com um voto por CPF para evitar fraudes. Torcedores palmeirenses contra-mobilizam, defendendo 'Nubank Parque' ou 'Parque Nubank' para preservar a tradição. Especialistas em marketing esportivo alertam que naming rights democráticos como esse são raros no Brasil, mas podem engajar o público.
O Allianz Parque foi pioneiro em naming rights no país, gerando receita extra para o Palmeiras em meio a dívidas. Agora, o Nubank entra no lugar, apostando na visibilidade da arena. O valor do contrato varia em reportagens, mas fontes confirmam os US$ 10 milhões anuais como base, sem extensão até 2044 mencionada oficialmente.
Rivais geográficos, como Corinthians e São Paulo, intensificam provocações. Um perfil corintiano ironizou: 'Vamos ajudar o Palmeiras a escolher o nome certo'. O UOL explica o 'cenário indesejado': um nome sem 'Parque' apagaria laços com o passado glorioso do clube, beneficiando indiretamente os adversários no derby.
Palmeirenses rebatem nas redes, com hashtags como #NubankParque ganhando tração. A WTorre reforça que a enquete visa inclusão, mas admite risco de 'zoeira' externa. Sem resultados parciais oficiais, a preferência por opções com 'Nu' citada pelo UOL baseia-se em tendências iniciais.
O estádio, com capacidade para 43 mil pessoas, é palco de títulos mundiais e shows internacionais. A parceria Nubank-WTorre foi anunciada internacionalmente, destacando a arena como líder em público. Até o fim da votação, a tensão entre torcidas promete agitar o futebol paulista.
Especialistas consultados pela ESPN veem o modelo de votação como inovador, mas vulnerável a interferências. 'Rivais sempre zoam, mas o nome final reflete a essência do Palmeiras', diz um gestor. A expectativa cresce para 4 de maio, data que definirá o futuro nominal da casa alviverde.
Enquanto isso, o Palmeiras foca no Brasileirão, mas o tema domina conversas. O 'cenário indesejado' mobiliza a nação esmeraldina contra invasores virtuais. Resta saber se o voto popular prevalecerá ou se rivais conseguirão impor sua vontade.
A matéria do UOL, que cunhou o termo, alerta para o risco sem exageros. Outras fontes como Terra e ESPN confirmam os fatos, sem endossar parciais. O Timon Diário monitora a votação e atualiza conforme resultados oficiais.
