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Publicado há cerca de 5 horas · Mundo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (12) que a Marinha americana iniciará 'imediatamente' o bloqueio de todos os navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz, principal rota marítima para exportação de petróleo do Golfo Pérsico.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
A declaração, atribuída a uma postagem de Trump na rede social Truth Social, veio após o fracasso de negociações com o Irã realizadas no Paquistão, segundo reportagens da CNN Brasil e do Valor Econômico.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Trump descreveu a Marinha dos EUA como 'a melhor do mundo' e afirmou que as forças americanas também interceptarão embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã, considerando a cobrança uma ação ilegal.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
O Estreito de Ormuz, localizado entre o Irã e Omã, é uma das vias marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa cerca de 20% do petróleo global e um terço do gás natural liquefeito (GNL), de acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE).
O presidente americano acusou diretamente o Irã de se recusar a abandonar suas ambições nucleares e de falhar em abrir o estreito como havia prometido, justificando o bloqueio como resposta à tentativa iraniana de controlar a passagem e obter ganhos econômicos ilícitos.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
A medida representa uma escalada significativa nas tensões entre Washington e Teerã, que já incluem sanções econômicas e operações militares no Golfo desde o primeiro mandato de Trump.
Fontes como UOL e Terra confirmam que Trump ordenou o bloqueio como retaliação direta ao controle imposto pelo Irã sobre a navegação no estreito.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Até o momento, não há confirmação oficial do Pentágono ou do governo dos EUA sobre o início efetivo das operações navais, e a notícia, datada de 12 de abril de 2026, ainda aguarda verificação por agências internacionais como Reuters ou AP News.
O Observador, de Portugal, e a CNN Portugal destacam que a ordem veio logo após Trump ter mencionado planos para 'abrir o corredor marítimo', invertendo o tom para confronto.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">6</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">7</argument></grok:render>
Analistas apontam que o bloqueio pode disparar os preços do petróleo, já que o estreito transporta diariamente cerca de 21 milhões de barris, equivalente a 21% da demanda global de óleo, conforme relatórios da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA).
Países do Golfo, como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, dependem da rota para suas exportações, e o Brasil, grande importador de petróleo, pode sentir impactos indiretos nos preços de combustíveis.
Trump enfatizou em sua declaração que esta é uma ação necessária para proteger a navegação livre e combater o que chamou de 'extorsão iraniana' por meio de pedágios não autorizados.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
A Exame relata que as negociações no Paquistão, mediadas por terceiros, colapsaram sem acordo sobre o programa nuclear iraniano e o controle do estreito.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
Especialistas em relações internacionais consultados por veículos como Valor alertam para o risco de confronto direto entre forças navais americanas e iranianas na região.
O Irã, que controla a costa norte do estreito, tem histórico de tensões com os EUA, incluindo a derrubada de um drone americano em 2019 e ataques a petroleiros durante a 'guerra das sombras' no Golfo.
Até o fechamento desta edição, o Departamento de Estado dos EUA não emitiu comunicado oficial, e o mundo acompanha com apreensão os desdobramentos dessa decisão presidencial.
