Matéria
Publicado há cerca de 5 horas · Mundo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (12) o bloqueio de 'todos os navios' que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. A medida, com efeito imediato e executada pela Marinha americana, foi divulgada em post na rede social Truth Social.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Trump justificou a ação como resposta ao fracasso das negociações entre EUA e Irã, realizadas no Paquistão e que duraram 21 horas sem chegar a um acordo. O impasse ocorreu principalmente pela recusa iraniana em renunciar às suas ambições nucleares e ao estoque de urânio enriquecido, segundo fontes próximas às tratativas.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
"O Irã nunca vai ter uma arma nuclear", afirmou Trump no post, descrevendo as ações iranianas como "extorsão mundial". Ele ordenou especificamente a interceptação de navios em águas internacionais que tenham pago pedágio ilegal ao Irã para atravessar o estreito, além da destruição de minas navais instaladas pelo regime de Teerã.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
O Estreito de Ormuz, localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, já estava fechado há semanas pelo Irã desde os ataques conjuntos de EUA e Israel em 28 de fevereiro de 2026. A passagem é vital para o comércio global de petróleo, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, tornando o bloqueio uma escalada significativa nas tensões regionais.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Recentemente, dois navios de guerra dos EUA cruzaram o estreito em uma operação de desminagem, demonstrando a presença militar americana na área mesmo durante as negociações no Paquistão. O vice-presidente JD Vance confirmou o fim das conversas sem acordo, reforçando a posição de Washington.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">7</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">6</argument></grok:render>
Até o momento, não há confirmação oficial imediata do Pentágono sobre o início efetivo da operação de bloqueio, embora Trump tenha determinado a ação pela Marinha com vigência imediata. A ausência de cobertura direta por agências como Reuters, AP ou BBC destaca a novidade do anúncio, baseado principalmente no post presidencial.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
Do lado iraniano, o negociador-chefe declarou que "os EUA agora têm de decidir se podem ganhar nossa confiança ou não", apontando para desconfiança mútua como fator central no colapso das tratativas. O Irã mantém o controle parcial do estreito via pedágios ilegais a navios que buscam atravessar apesar do fechamento.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
Analistas internacionais, como reportado pela CNN, questionam o impacto prático do bloqueio americano, já que o Irã controla o estreito há semanas. A medida de Trump visa, no entanto, isolar economicamente Teerã ao impedir qualquer tráfego que beneficie o regime.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
O anúncio ocorre em contexto de guerra no Oriente Médio, com negociações visando o fim do conflito entre EUA, Israel e Irã. O fracasso no Paquistão representa um revés diplomático para Washington, que buscava desarmar as ambições nucleares iranianas.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
Trump enfatizou que os EUA não tolerarão mais a "extorsão" iraniana no estreito, crucial para exportações de petróleo de países como Arábia Saudita e Iraque. Qualquer navio detectado será interceptado em águas internacionais, segundo as instruções presidenciais.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
A Marinha dos EUA já demonstrou capacidade na região com a operação de desminagem recente, envolvendo navios de guerra que navegaram pelo estreito sob proteção americana. Isso sinaliza prontidão para enforçar o bloqueio total agora anunciado.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">7</argument></grok:render>
Veículos como O Globo, Estadão e New York Post cobriram o fato com base no post de Trump, destacando a retórica dura do presidente contra o programa nuclear iraniano. O bloqueio pode agravar a crise energética global, com preços do petróleo já em alta.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
Especialistas alertam para riscos de confronto direto no estreito, onde forças iranianas instalaram minas para obstruir a navegação. A ordem de Trump para destruí-las adiciona tensão à já volátil situação.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">6</argument></grok:render>
O mundo acompanha os desdobramentos, com o bloqueio representando uma aposta alta de Trump para pressionar o Irã a recuar de suas ambições nucleares. Sem acordo diplomático à vista, o Estreito de Ormuz permanece no centro do conflito.
