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Publicado há cerca de 5 horas · Mundo
MILOT, Haiti - Pelo menos 30 pessoas morreram em um tumulto na Citadelle Laferrière, icônica fortaleza histórica no norte do Haiti, neste sábado (11 de abril de 2026). As vítimas foram pisoteadas durante uma estampida no local, que atrai turistas e visitantes de todo o mundo.
O incidente aconteceu em meio a um evento turístico que reunia estudantes e outros visitantes na cidade de Milot, onde se localiza a fortaleza montanhosa. Autoridades locais confirmam que a chuva intensa contribuiu para o agravamento da situação, transformando o terreno escorregadio e gerando pânico entre a multidão.
Jean Henri Petit, chefe da Defesa Civil do Departamento Norte do Haiti, foi o primeiro a confirmar o número preliminar de mortes. Em declaração à imprensa, ele alertou que o balanço pode subir, pois equipes de resgate ainda buscam sobreviventes entre os escombros e áreas de difícil acesso da Citadelle.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
A Citadelle Laferrière, construída no início do século XIX pelo rei Henri Christophe, é um dos maiores fortes do Caribe e foi tombada como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1982. Localizada no topo de uma montanha a 900 metros de altitude, o sítio histórico simboliza a independência haitiana e atrai milhares de visitantes anualmente.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
O primeiro-ministro haitiano, Alix Didier Fils-Aimé, expressou pesar pelo ocorrido em comunicado oficial. 'É uma tragédia que abala nossa nação. Nossos pensamentos estão com as famílias das vítimas', disse o governante, ordenando apoio imediato às operações de resgate.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render>
Testemunhas relataram à imprensa local que o tumulto começou de forma repentina, possivelmente desencadeado por um mal-entendido ou pânico coletivo durante o evento. A causa exata ainda não foi esclarecida pelas autoridades, que investigam o caso.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Equipes de emergência, incluindo bombeiros e paramédicos do Departamento Norte, foram mobilizadas rapidamente. A chuva torrencial dificultou o acesso ao forte, que exige uma subida íngreme a pé ou a cavalo, complicando as buscas por desaparecidos.
O UOL Notícias foi um dos primeiros veículos brasileiros a reportar o incidente, destacando o número de pelo menos 30 mortos e a confirmação de Petit. O portal citou fontes locais sobre o papel da precipitação no caos.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">1</argument></grok:render>
O Globo também cobriu a tragédia, enfatizando o status da Citadelle como Patrimônio da UNESCO e o luto do governo haitiano. A matéria descreveu o forte como 'tombado pela Unesco' e um dos principais pontos turísticos do país.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">2</argument></grok:render>
No G1 Globo, a notícia foi atualizada com detalhes sobre o pisoteamento durante a estampida, reforçando que o número de vítimas é preliminar e pode aumentar conforme as investigações avançam.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">3</argument></grok:render>
Veículos internacionais, como The Guardian e WTOP News (da Associated Press), corroboram os fatos, reportando 'at least 30 killed in crush' no forte haitiano. O Guardian destacou o contexto histórico do local.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">5</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">6</argument></grok:render>
No Brasil, o Metropoles publicou sobre pessoas pisoteadas no ponto turístico, ecoando as informações das fontes haitianas. O DN Portugal também registrou 'pelo menos 30 mortos em tumultos' na Citadelle.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">7</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">4</argument></grok:render>
Autoridades haitianas pediram que a população evite o local enquanto durarem as operações de resgate. A Defesa Civil informou que feridos foram levados para hospitais em Cap-Haïtien, cidade próxima.
Especialistas em turismo alertam para os riscos de superlotação em sítios históricos como a Citadelle, especialmente em eventos com grande público. O forte recebe anualmente cerca de 200 mil visitantes, segundo dados da UNESCO.
O governo prometeu uma investigação completa para apurar responsabilidades. Enquanto isso, bandeiras estão a meio mastro em Milot em homenagem às vítimas.
A tragédia ocorre em um momento delicado para o Haiti, que enfrenta instabilidades, mas o foco permanece no luto e no apoio às famílias. Atualizações são esperadas nas próximas horas.
O Timon Diário acompanha o caso e trará novidades conforme novas informações forem divulgadas pelas autoridades.
