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Publicado há cerca de 1 mês · Esportes
A Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) fez história no draft da WNBA de 2026, ao registrar cinco jogadoras selecionadas na primeira rodada e seis no total, estabelecendo novos recordes na liga norte-americana de basquete feminino. O feito foi destacado pelo Los Angeles Times e pela ESPN, consolidando o domínio das Bruins após o título nacional da NCAA.
Lauren Betts, escolhida na quarta posição pelo Washington Mystics, foi a primeira de uma sequência impressionante. Logo em seguida, Gabriela Jaquez foi para o Chicago Sky na quinta escolha, e Kiki Rice para o Toronto Tempo na sexta, marcando a segunda vez na história que três jogadoras da UCLA foram draftadas consecutivamente na primeira rodada.
Angela Dugalić ampliou o recorde na nona posição, novamente para os Mystics, enquanto Gianna Kneepkens fechou as cinco da primeira rodada na 15ª escolha, pelo Connecticut Sun. Na segunda rodada, Charlisse Leger-Walker foi a sexta Bruin selecionada, na 18ª posição, também pelo Sun.
Antes do draft, a UCLA havia conquistado o campeonato nacional da NCAA com um impressionante recorde de 37 vitórias e apenas uma derrota. Esse sucesso coletivo reflete o programa forte das Bruins, que agora envia o maior número de talentos para a WNBA em uma única edição.
Lauren Betts, MVP do Final Four da NCAA, liderou a equipe com médias de 17,1 pontos e 8,8 rebotes por jogo na temporada. Sua versatilidade como pivô de 1,98m a torna uma aposta imediata para os Mystics, que investiram pesado nas compatriotas de UCLA.
O recorde anterior de quatro jogadoras na primeira rodada pertencia a UConn, em 2002. No total de seleções em uma noite de draft, Tennessee (2008), Notre Dame (2019) e South Carolina (2023) haviam empatado com cinco. A UCLA agora é a única com seis draftadas e cinco na elite da primeira rodada, conforme Wikipedia e New York Times.
Para o público brasileiro, o destaque vai para Gabriela Jaquez, de origem mexicana mas com laços familiares no basquete internacional. Seu irmão Jaime Jaquez joga na NBA pelo Miami Heat, o que pode inspirar jovens atletas no Brasil, onde o basquete feminino cresce com iniciativas como a Liga Feminina de Basquete (LBF).
Os Washington Mystics saem como grandes vencedores regionais, draftando duas Bruins na primeira rodada: Betts (4ª) e Dugalić (9ª). Já o Connecticut Sun levou duas na noite, com Kneepkens e Leger-Walker, reforçando seu elenco para a temporada 2026 da WNBA.
Kiki Rice, selecionada pelo Toronto Tempo – expansão recente da liga –, traz velocidade e visão de jogo para o Canadá. Sua escolha consecutiva com as colegas reforça a força do pipeline da UCLA, que produziu talentos como Chiney Ogwumike e Sabrina Ionescu em drafts anteriores.
O draft de 2026, coberto em tempo real pelo The Athletic do New York Times e pela Associated Press, mostrou a profundidade do elenco de Cori Close na UCLA. As seis seleções superam qualquer marca anterior, sinalizando um futuro brilhante para as Bruins no profissional.
Analistas da ESPN destacam que as picks consecutivas de 4 a 6 – Betts, Jaquez e Rice – são raras e indicam o nível de talento uniforme da equipe. Isso pode elevar o interesse pela WNBA, que expande para 16 times em 2026 com Toronto e outras franquias.
No contexto global, o sucesso da UCLA inspira programas universitários na América Latina e Europa. No Brasil, onde a seleção feminina busca medalhas olímpicas, exemplos como essas jogadoras mostram o caminho via NCAA para a elite mundial.
Os números impressionam: das 36 escolhas da primeira rodada, 13,9% foram Bruins. Isso reflete investimentos em treinamento e recrutamento, com a UCLA atraindo as melhores atletas high school dos EUA.
Para a WNBA, o influxo de talentos da UCLA fortalece a liga, que bate recordes de audiência. Times como Mystics e Sun ganham profundidade imediata, enquanto as jogadoras iniciam carreiras profissionais com bagagem de campeãs.
O Los Angeles Times enfatiza o orgulho local, com UCLA em Westwood celebrando o marco. Fãs californianos lotaram as redes com parabéns, prevendo impacto nas próximas finais da WNBA.
Em resumo, o draft de 2026 consagra a UCLA como potência inédita, com recordes que podem durar anos. As seis Bruins draftadas prometem protagonismo na liga, continuando o legado de excelência do basquete feminino universitário.
