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Publicado há cerca de 1 mês · Esportes
A Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) fez história no Draft da WNBA 2026, realizado na noite de 13 de abril em Nova York, ao estabelecer recordes inéditos com seis jogadoras selecionadas no total e cinco na primeira rodada. O feito, dias após o título nacional conquistado pelas Bruins no basquete universitário feminino, posicionou o programa como o grande vencedor da noite, segundo análise do The New York Times.
As veteranas (seniors) da UCLA roubaram a cena, com Lauren Betts sendo escolhida na 4ª posição pelo Las Vegas Aces, Gabriela Jaquez na 5ª pelo Chicago Sky, Kiki Rice na 6ª pelo Washington Mystics, Angela Dugalic na 9ª pelo Minnesota Lynx, Gianna Kneepkens na 15ª pelo Seattle Storm e Charlisse Leger-Walker na 18ª pelo Phoenix Mercury. Esse domínio inédito superou qualquer outro programa na história da liga profissional feminina de basquete nos Estados Unidos.
Lauren Betts, MVP do Final Four após liderar a UCLA ao título nacional, foi a primeira Bruins draftada na noite, reforçando o impacto das líderes experientes do time. A ESPN destacou que a UCLA se tornou o primeiro programa com seis jogadoras draftadas em um único Draft da WNBA, um marco que eleva o prestígio da universidade no cenário do basquete feminino.
Azzi Fudd, de UConn, foi a grande atração como escolha número 1 pelo Dallas Wings, reunindo-se com sua ex-colega de universidade Paige Bueckers, já na equipe. Apesar de debates até o anúncio, Fudd foi confirmada pela comissária Cathy Engelbert, que também foi apontada como vencedora por conduzir um evento de alto nível.
O The Athletic, do New York Times, listou UCLA seniors, Engelbert e Fudd como os principais vencedores, enquanto o Los Angeles Times enfatizou os cinco picks na primeira rodada como recorde absoluto. Para o público brasileiro, o destaque vai para jogadoras como Gabriela Jaquez, de origem latina, que pode inspirar o crescente interesse pelo basquete feminino no país, onde a modalidade ganha força com a NBB Feminina e seleções em ascensão.
Charlisse Leger-Walker, neozelandesa da UCLA, chamou atenção por não ser convidada para o green room – área VIP do evento – apesar de ser selecionada logo após suas companheiras de equipe. A crítica, corroborada por fontes como USA Today, aponta para uma possível subestimação, mas seu draft no 18º lugar reforça o talento coletivo das Bruins.
O site oficial da UCLA celebrou a 'noite histórica' com seis draftees, consolidando o programa como potência formadora de talentos para a WNBA. Analistas da ESPN notaram que as veteranas da UCLA, com sua experiência em conquistas nacionais, foram as mais valorizadas pelas franquias profissionais.
Cathy Engelbert, comissária da WNBA, anunciou pessoalmente a escolha de Fudd, ganhando elogios por elevar o glamour do Draft. O evento, ocorrido poucos dias após o March Madness, capitalizou o momento de pico de popularidade do basquete universitário feminino nos EUA.
Gradações do The Athletic deram notas altas para as primeiras rodadas, com Fudd recebendo elogios unânimes. A dominância da UCLA contrasta com drafts anteriores, onde nenhum time universitário havia chegado perto de tais números.
Para brasileiros, o Draft reforça a relevância global da WNBA, liga que atrai olhares de atletas sul-americanas e inspira o desenvolvimento local. Jogadoras como Betts, com seu MVP recente, prometem impacto imediato nas profissionais.
O USA Today e outras fontes independentes corroboram os recordes, apesar de paywall em alguns artigos do The Athletic. Nenhum outro programa se aproximou do feito da UCLA em 2026.
As seis Bruins draftadas representam o ápice de um ciclo vitorioso, com título nacional fresco na memória. O Draft de 2026 entrará para os anais da WNBA como o da UCLA.
Engelbert e Fudd complementam a narrativa de sucesso, mas é a UCLA que sai como grande protagonista, segundo consenso da imprensa especializada.
O evento em Nova York lotou o Barclays Center, com transmissão ao vivo ampliando o alcance da liga, que vive expansão recorde de audiência.
