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Publicado há cerca de 4 horas · Brasil
Uma pesquisa Datafolha divulgada recentemente revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 29% de avaliações ótimo ou bom após cerca de três anos de mandato, superando o índice de Jair Bolsonaro na mesma altura de seu governo. O levantamento, realizado entre 7 e 9 de abril de 2026, também aponta 40% de ruim ou péssimo, 29% regular e 2% de não sabem.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">98</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">119</argument></grok:render>
Os dados foram comparados pela CartaCapital com pesquisas equivalentes de presidentes anteriores no terceiro ano de seus mandatos, destacando semelhanças e diferenças no desempenho de popularidade. A análise, publicada no portal, usa levantamentos do Datafolha para contextualizar o momento político atual.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">68</argument></grok:render>
No caso de Fernando Henrique Cardoso (FHC), no primeiro mandato, após três anos, a aprovação era de 38% ótimo ou bom, com 21% ruim ou péssimo e 39% regular, conforme pesquisa Datafolha de 10 e 11 de abril de 1998. Já no segundo mandato, aos três anos, os números caíram para 28% positivo, 29% negativo e 41% regular, em levantamento de 9 de abril de 2002.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">119</argument></grok:render>
Dilma Rousseff, por sua vez, apresentava 41% de ótimo ou bom após três anos e dois meses de governo, com 21% ruim ou péssimo e 37% regular, segundo Datafolha de 19 e 20 de fevereiro de 2014. Esses índices refletem um período de relativa estabilidade antes de quedas posteriores.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">119</argument></grok:render>
Bolsonaro, em pesquisa Datafolha de 22 e 23 de março de 2022, após três anos, tinha 25% de ótimo ou bom, mas 46% de ruim ou péssimo e 28% regular. A comparação direta mostra que Lula, em 2026, tem aprovação superior (29% contra 25%) e reprovação inferior (40% contra 46%) em relação ao antecessor.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">109</argument></grok:render><grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">98</argument></grok:render>
A matéria da CartaCapital enfatiza que as comparações são baseadas em pesquisas Datafolha realizadas em momentos aproximados do terceiro ano de cada mandato, com pequenas variações nas datas. Isso permite uma visão histórica rigorosa da evolução da opinião pública.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">68</argument></grok:render>
O atual patamar de Lula de 29% positivo se alinha mais ao de FHC no segundo mandato (28%), sugerindo um cenário de equilíbrio entre aprovação e reprovação, com grande parcela na categoria regular (29%).
Especialistas consultados em reportagens correlatas, como as da Folha de S.Paulo, apontam que fatores econômicos e conjunturais influenciam esses números, mas o foco permanece na comparação temporal direta.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">98</argument></grok:render>
A reprovação de 40% para Lula é destacada como estável em relação a pesquisas anteriores, mantendo-se em patamares semelhantes apesar de desafios recentes. A Folha reportou esses dados em matéria específica sobre a avaliação negativa.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">98</argument></grok:render>
Para Bolsonaro, a leve queda na reprovação de 53% para 46% no período mencionado reflete dinâmicas de fim de mandato, mas ainda assim superior à de Lula hoje.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">109</argument></grok:render>
Dilma, com 41% positivo, representava um pico de popularidade no início do segundo mandato, contrastando com a estabilidade atual de Lula.
FHC no primeiro mandato liderava com 38%, impulsionado por reformas iniciais, enquanto no segundo via erosão para 28%, similar ao atual.
Esses dados históricos, compilados pela CartaCapital, servem como termômetro para analistas políticos avaliarem o terceiro ano de Lula.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">119</argument></grok:render>
A consistência dos números do Datafolha ao longo dos anos reforça a credibilidade das comparações, embora ressalvas sejam feitas sobre pequenas diferenças temporais nas coletas.<grok:render type="render_inline_citation"><argument name="citation_id">68</argument></grok:render>
O equilíbrio entre 29% positivo e 40% negativo para Lula indica um governo em fase de consolidação, superior ao antecessor na métrica direta.
Pesquisas como essas do Datafolha continuam sendo referência para o debate público sobre desempenho presidencial no Brasil.
