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Publicado há cerca de 3 horas · Brasil
O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, confirmou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A decisão foi anunciada após meses de indefinições e a ausência do parlamentar na convenção estadual do partido.
A retirada da candidatura de Cleitinho pelo Republicanos ocorreu em meio a pressões internas e de aliados, apesar de o senador liderar pesquisas de intenção de voto para o governo mineiro. O partido avalia agora apoiar outro nome, como o deputado Marcelo Aro (PP), em possível aliança com o PL.
Cleitinho contestou publicamente a decisão e afirmou que será candidato ao governo de Minas Gerais, prometendo tentar convencer a direção nacional a reverter o veto. Ele peitou a legenda e indicou que aliados trabalham com a possibilidade de saída do Republicanos caso o impedimento seja mantido.
Marcos Pereira citou a falta de previsibilidade e o risco de Cleitinho desistir da candidatura no meio da campanha como principais razões para o veto. A posição foi reforçada em declarações recentes do dirigente nacional.
Uma reunião entre Cleitinho, Marcos Pereira e o presidente estadual do Republicanos, Euclydes Pettersen, terminou sem definição após cerca de cinco horas de negociação em 30 de julho de 2026. O encontro não produziu consenso sobre o futuro da candidatura.
O presidente do Republicanos-MG, Euclydes Pettersen, afirmou que a candidatura de Cleitinho 'não está descartada', sinalizando que o partido ainda pode rediscutir a posição. A declaração contrasta com a confirmação de veto feita por Marcos Pereira.
Nova rodada de negociações foi marcada para 1º de agosto de 2026, quando o Republicanos deve comunicar uma decisão definitiva ao senador. Até lá, o impasse permanece e gera especulações sobre possíveis saídas.
O Republicanos anunciou a retirada da candidatura após avaliar cenários de aliança com o PL de Flávio Bolsonaro para apoiar Marcelo Aro ao governo de Minas Gerais. A estratégia visa evitar o lançamento de chapa própria com Cleitinho.
Cleitinho lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo mineiro, o que aumentou a pressão interna para reverter o veto. A popularidade do senador é apontada como fator que dificulta a decisão do partido.
Aliados de Cleitinho avaliam que, mantido o veto, o parlamentar pode deixar o Republicanos para buscar outra legenda ou candidatura avulsa. A possibilidade é tratada como plano B caso as negociações fracassem.
A cobertura de veículos como G1, O Globo, Valor Econômico e Folha de S.Paulo destaca o impasse e a divergência entre a direção nacional e a estadual do partido. Não há confirmação oficial sobre alianças finais ou o desfecho após a reunião de 1º de agosto.
O Republicanos mantém o foco em garantir previsibilidade para a campanha de 2026, priorizando nomes com maior estabilidade. A decisão sobre Cleitinho reflete essa estratégia de evitar riscos.
Enquanto isso, o senador Cleitinho continua a defender sua candidatura e a mobilizar base e aliados para pressionar a legenda. O desfecho das negociações de 1º de agosto será decisivo para o cenário político mineiro.
A indefinição atual reflete tensões típicas de pré-campanha em um estado com peso eleitoral relevante como Minas Gerais. O Republicanos busca equilibrar interesses nacionais e regionais antes de fechar posição.
